domingo, 19 de agosto de 2012

OS PODRES PODERES CIDADE DA MÚSICA.

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OS PODRES PODERES   Cidade da Música: auditoria aponta indícios de fraude e superfaturamento Equipamentos teriam sido adquiridos com valor sete vezes maior que no mercado. Um relatório preliminar da auditoria da Cidade da Música, na Barra da Tijuca, revelou que seriam necessários R$ 150 milhões para concluir a obra. No documento, resultado de quatro meses de investigação e assinado por quatro órgãos da prefeitura, há indício de que a compra de materiais foi feita de forma fraudulenta e que houve aquisição de equipamentos com valor sete vezes maior que de mercado. Tempo de investigação da Cidade da Música foi ampliado. A Cidade da Música começou a ser construída em 2003. Várias inaugurações previstas foram adiadas, e a obra já custou R$ 409 milhões aos cofres públicos. Os auditores criticam ainda a falta de licitação. No relatório, é citado que microfones foram adquiridos por R$ 15.556,80 cada, quando o valor médio seria R$ 2.227. No caso de amplificadores, foram pagos R$ 33.200, mas o preço de mercado é de R$ 5.500. O superfaturamento chegaria a R$ 1.331.137,22. Não é difícil mostrar que nós somos governados é administrado por ratos é só nós compararmos o tamanho das obras civis com as obras públicas ver o preço que elas cobram para vender seus imóveis,elas vendem um apartamento já obtendo seu lucro nos gastos da construção e comparar o preço que sai uma obra pública gastando a mesma quantidade de material. 

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

CÂMARA MUNICIPAL DO RJ JÁ TEM CÓDIGO DE ÉTICA

 





imagem da câmara municipal do rj



quinta-feira, 2 de abril de 2009.

Câmara já tem um Código de Ética.










CPI DOS ÔNIBUS




 Câmara Municipal do Rio aprovou, por unanimidade, nesta quinta-feira, dia 26 de março, o Projeto de Resolução nº 1/2005, que cria o Conselho de Ética e Decoro Parlamentar. A proposta é de autoria da Mesa Diretora, lideranças partidárias e das comissões permanentes da Casa. A redação final do projeto será votada na próxima semana e, em seguida, promulgada. A proposta cria o Conselho de Ética, composto por sete membros, entre eles, um Presidente e um Relator, que terá, entre outras atribuições, instaurar processo disciplinar e aplicar penalidades que vão desde a suspensão temporária até a cassação do mandato. O projeto também define os atos incompatíveis com o decoro parlamentar como praticar tráfico de influência com favorecimento de terceiros e; relatar e votar matéria de interesse de pessoa física ou jurídica, que tenha contribuído para o financiamento de sua campanha eleitoral. Em entrevista coletiva a imprensa, o presidente da Câmara Municipal do Rio, vereador Jorge Felippe (PMDB) afirmou que a aprovação do Código de Ética foi um avanço desta nova legislatura, resultado do esforço conjunto de todos os parlamentares da Casa. - A Câmara do Rio discute o Código de Ética há 21 anos. A primeira proposta foi apresentada pelo então vereador Oswaldo Luís, em 1987. Já foram inúmeras tentativas para aprová-lo. Conseguimos somente agora. Ainda não é um Código que preenche todos os requisitos, mas representa a vontade de diversas correntes políticas desta Casa de Leis, esclareceu Jorge Felipe.